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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

APR – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS



Trata-se de uma análise prévia dos riscos existentes em um determinado ambiente de trabalho através de um estudo minucioso de cada etapa de trabalho, os riscos envolvidos, medidas de controle, medidas administrativas e equipamento de proteção de acordo com a atividade.

OBJETIVOS DA APR

  • Identificar os riscos;
  • Orientar os trabalhadores sobre os riscos envolvidos em suas atividades;
  • Estabelece medidas de controle aos riscos existentes;
  • Estudar sobre os EPIs necessários para cada atividade;
  • Melhorar a produtividade;
  • Prevenção dos acidentes.


A APR deve ser realizado antes da execução de qualquer atividade através de uma avaliação qualitativa do ambiente de trabalho, devendo passar por constantes aperfeiçoamentos, visando assegurar que os riscos sejam identificados, tratados.
Para descobrir os riscos podemos usar como base o PPRA, Check lists, ou outros formulários elaborados para tal.

A APR é de responsabilidade:

Qualquer profissional pode emitir desde que tenha conhecimento sobre os riscos  e sobre segurança do trabalho, pois não tem impedimento legal. mas geralmente é feito pelo SESMT. A APR deve ser documentada colhendo a assinatura de todos os envolvidos na atividade.





Campos que não que não podem faltar na APR:

  • Responsáveis: Responsáveis pela aplicação da APR.
  • Data: Deve ser a data de aplicação da APR.
  • Nome da empresa:
  • Tarefa a ser executada:
  • Riscos do trabalho: Devem ser listado com riqueza de detalhes, afinal a APR (Análise Preliminar de Risco) existe justamente para listar os riscos e a partir dos riscos começamos a processo de neutralização, eliminação ou atenuação.
  • EPI’s: Descrição dos EPI’s de uso obrigatório durante a realização dos trabalhos.
  • Equipamentos usados durante o trabalho: Cada equipamento gera um risco específico, e por menor que pareça, merece atenção e deve ser listado. Quanto mais detalhes, mais eficiente será a APR.
  • Normas de segurança a serem observadas: É importante relatar, tanto para ciência do funcionário quanto para efeito de documentação.
  • Etapas de trabalho: Cada etapa te seu risco específico e deve ser observado e listado.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

DDS - PREJUÍZOS CAUSADOS PELOS ACIDENTES DE TRABALHO


Prevenir é o melhor remédio. É um ditado é antigo, porém muito verdadeiro.


Nas empresas de forma geral tudo gira em torno do custo e do lucro, e com a Segurança do Trabalho não é diferente, por isso vale pensar qual o custo de um acidente de trabalho e quem estão envolvidos nestes prejuízos:




PARA O TRABALHADOR


  • Quando o trabalhador se acidenta, além das dores físicas, o patrão provavelmente ficará chateado com ele, perdendo assim a credibilidade por parte do empregador
  • Perda de oportunidade de promoção, ou aumento de salário, pois funcionário afastado não é lembrado.
  • Corre o risco de perder o emprego na primeira oportunidade de corte de despesas da empresa.
  • Sofrimento físico: Dores físicas, emocionais, tudo isso incomoda o acidentado.
  • Incapacidade para o trabalho, temporária ou permanente.
  • Perda financeira, pois o salário não é igual ao benefício do INSS, as perícias são demoradas e sem contar que muitas vezes o INSS está em paralisação, o que pode demorar ainda mais. A renda do trabalhador tende a cair de 20 a 40%. Uma redução que pode levar dificuldade financeira a toda família.

PARA A EMPRESA



  • Gastos com primeiros socorros e transporte do acidentado.
  • Tempo perdido: Outros funcionários terão parar para socorrer o acidentado, e os funcionários gastam tempo comentando o ocorrido;
  • Terá que pagar os primeiros quinze dias após o afastamento: Irá pagar salário para uma pessoa que não irá produzir.
  • Gastos com contratação e treinamento de um substituto para o funcionário que se acidentou.
  • Prejuízos materiais, e com pagamento de indenizações.
  • Má fama no meio empresarial: Hoje as empresas que tem muitos acidentes de trabalho ficam mal vistas no mercado e perdem clientes.


PARA A FAMÍLIA



  • Dificuldade financeira: Como podemos observar acima o dinheiro em casa diminui.
  • Incomodo geral: Em muitos casos a família terá que mudar drasticamente de rotina para ajudar o acidentado que em muitos casos está incapaz de se cuidar.
  • Gastos com compra de remédio, tratamento, locomoção, ou seja, diminui o dinheiro, mas aumentam os gastos.
  • Dor emocional em relação ao parente que está inválido, ou enfermo: Muitos filhos de acidentados que ficaram inválidos ou faleceram, acabam entrando no mundo da prostituição ou do crime para compensar a falta de dinheiro, do pai ou mãe que sustentava o lar.


PARA O GOVERNO



  • Perda de mão de obra produtiva, temporária ou permanentemente: Os trabalhadores de certa forma são as pessoas que produzem a riqueza do país!
  • Quanto mais pessoas afastadas do trabalho menos dinheiro é movimentação no comércio e isso é péssima para a economia do país.
  • Mais gente dependendo do dinheiro do INSS: Isso significa que irá gastar mais, contribuindo assim para o aumento saldo negativo. 
  • Gasto com a saúde pública que poderia ser evitado.

Por isso lembrem-se que tem alguém esperando por você e te que te que por inteiro, com saúde, do mesmo modo que saiu de casa, e para que isso aconteça, precisa tomar alguns cuidados;
  • Seguir todos os procedimentos de seguranças da empresa.
  • Usar os equipamentos de proteção coletiva, pois eles irão proteger você e os que estão próximos.
  • Usar os equipamentos de proteção individual.
  • Não executar alguma atividade se perceber algo que pode se tornar em um acidente de trabalho.
  • Cuidar também de seu colega, pois muitas vezes um ato falho de seu colega pode causar um acidente de trabalho a ele ou até mesmo a você.
CIPA - A missão de orientar é nossa, e de prevenir é de todos.