terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

DIAGRAMA DE HOMMEL


O diagrama de Hommel, conhecido no mundo todo por  código National Fire Protection Association - NFPA 704, dos Estados Unidos da América, conhecido também conhecido como diamante do perigo ou diamante de risco, onde uma simbologia de cores e graus empregada para proteção e avaliação de risco contra Incêndios. 


Nela, são utilizados quadrados que expressam tipos de risco em graus que variam de 0 a 4, cada qual especificado por uma cor (branco, azul, amarelo e vermelho), que representam, respectivamente, riscos específicos, risco à saúde, reatividade e inflamabilidade.


Quando utilizada na rótulos de produtos, ela apresenta grande utilidade, permitido numa visão rápida, ter ideia sobre o risco representado pela substância ali contida, como o exemplo a seguir:


sábado, 8 de abril de 2017

CASINHA DE CACHORRO FEITO COM MATERIAL RECICLÁVEL



O que fazer com móveis velhos? Jogar no meio ambiente?

NÃO!!! Use sua criatividade e crie coisas novas. Eu fiz essa casinha de cachorro com 100% de material reciclável, que estavam jogadas nas ruas de minha cidade.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

PAE - PLANO DE AÇÃO E AMERGÊNCIA

1 INTRODUÇÃO

Incêndios, explosões, vazamento de produtos químicos inflamáveis e altamente tóxicos são uma constante na rotina de algumas empresas. No mundo atual, as enchentes e as inundações durante todo o período chuvoso costumam castigar impiedosamente as grandes cidades do Brasil. Esses eventos causam enormes prejuízos financeiros às operações das empresas, acarretam grande aborrecimento para os clientes e constituem um fator extremamente negativo para o setor privado devido à falta de planejamento e a omissão do setor público. 
“é um dever do Gestor de Segurança visualizar esses problemas e, de forma sensata e proativa, iniciar um trabalho de formiguinha para conscientizar a alta gestão que é necessário e vital ter um Plano de Emergência”
Diante desta situação, é um dever do Gestor de Segurança visualizar esses problemas e, de forma sensata e proativa, iniciar um trabalho de “formiguinha” para conscientizar a alta gestão que é necessário e vital ter um Plano de Emergência objetivando saber:
  • O que fazer?
  • Quando fazer?
  • Como fazer?
E o mais importante: Quais os recursos humanos e materiais, além dos recursos financeiros, podem ser canalizados para sanar uma situação de emergência sem paralisar as principais operações da sua empresa?
Dentro desta ótica, o presente artigo ressalta os principais motivos que justificam a implementação de um Plano de Emergência para as empresas, seja de pequeno, médio ou grande porte, independente do ramo de atuação, como forma de fazer a diferença numa situação crítica.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1.  Plano de Emergência – Visão conceitual

De acordo com a ABNT NBR 9441/94 um Plano de Emergência pode definir-se como a sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimentos, destinadas a minimizar os efeitos das catástrofes que se prevê e que podem se materializar em determinadas áreas, cessando a ameaça, empregando os recursos disponíveis de forma otimizada.
Assim, um Plano de Emergência constitui um instrumento simultaneamente preventivo e reativo de gestão operacional, uma vez que, ao identificar os riscos existentes dentro e fora de uma organização (fatores endógenos e exógenos), define atribuições específicas e estabelece os meios organizacionais, humanos e materiais necessários para fazer face ao acidente de ordem natural (enchentes, alagamento, terremoto, chuva de granitos, entre outros) ou provocado de forma negligente, imprudente ou por imperícia do ser humano (vazamento de produtos químicos em via pública, incêndios provenientes de pane na rede elétrica, explosões etc.).

2.2. Vantagens de um Plano de Emergência Bem Elaborado


  • Rápida intervenção por parte do Gestor/Administrador que cuida dessa área específica para realizar a contenção da emergência que se materializou de forma inesperada;
  • Racionalização e canalização dos esforços para os setores mais importantes, não deixando que o negócio (core business) da organização fique paralisado;
  • Tentar minimizar a extensão dos danos causados pelos riscos identificados dentro e fora da organização / empresa, impedindo que estes danos se alastrem e venham a prejudicar outras empresas nas áreas adjacentes;
  • A preservação, acima de tudo, de vidas humanas.

2.3. Razões para a elaboração de um Plano de Prevenção
  • Identificar os riscos que o empreendimento está exposto e que, a qualquer momento, pode se materializar dentro da empresa;
  • Estabelecer os prováveis cenários de acidentes para os riscos identificados;
  • Define princípios, normas e regras de atuações gerais face aos cenários identificados;
  • Organiza os meios (humanos, materiais e financeiros) que podem ser disponibilizados para uma situação crítica e prevê missões que competem a cada um dos grupos intervenientes envolvidos no Plano de Emergência;
  • Permite desencadear ações oportunas, rápidas e precisas que se destinam a minimizar as consequências do sinistro;
  • Evita confusões, erros, atropelos e a duplicação de atuações;
  • Prevê e organiza antecipadamente o plano de abandono e de contingência;
  • Permite rotinas e procedimentos, os quais poderão ser testados, através de exercícios de simulação.

2.4. Características do Plano de Emergência

  • SIMPLICIDADE – Ao ser elaborado de forma simples e concisa, será bem compreendido, evitando confusões e erros por parte dos executantes;
  • FLEXIBILIDADE – Qualquer planejamento (estratégico, tático ou operacional) não pode ser rígido (inflexível). O planejamento deve permitir uma flexibilidade e adaptação às situações não coincidentes com os cenários inicialmente previstos;
  • DINAMISMO – Deve ser atualizado constantemente em função da migração dos riscos para outros ambientes/locais identificados na análise de riscos;
  • ADEQUAÇÃO – Deve estar adequado à realidade da empresa e aos meios disponibilizados pela mesma;
  • PRECISÃO – Deve ser claro na atribuição de responsabilidades, por isso se realiza o treinamento periódico para identificar e corrigir as possíveis falhas existentes durante a execução (Ciclo PDCA).

2.4. Objetivos do Plano de Emergência

  • Dotar o empreendimento (escolas, creches, faculdades, empresa, condomínios verticais e horizontais, laboratórios, centro de pesquisas, parques de armazenamento de cargas e de produtos inflamáveis, transportadoras de cargas etc.) de um nível de segurança eficaz e eficiente;
  • Tentar limitar as conseqüências de um acidente ao espaço físico da empresa, através das barreiras de contenção criadas;
  • Sensibilizar para a necessidade de conhecer e praticar os “procedimentos de auto-proteção”, por parte de todos os colaboradores de uma determinada empresa, em caso de acidente. Afinal de contas, só pode proteger alguém se você estiver protegido;
  • Co-responsabilizar toda a população fixa do local, no cumprimento das normas de segurança;
  • Preparar e organizar os meios humanos, organizacionais e materiais existentes para garantir e salvaguardar as pessoas e os bens (tangíveis e intangíveis), em caso de ocorrência de uma situação perigosa.
2.5. Metas a serem alcançadas pelo Plano de Emergência

  • Envolvimento de todos os setores da empresa (Recursos Humanos, Logística, SESMT, Financeiro, Estratégico, Segurança do Trabalho, Depto. de Segurança Patrimonial, entre outros);
  • Conhecimento real e pormenorizado das condições de segurança (compra e utilização de Equipamentos de Proteção Individual – EPI, o que prever a (NR 6) Norma Regulamentadora nº 06 do Ministério do Trabalho e Emprego);
  • Eficácia e eficiência durante o planejamento, realizando as devidas correções quando necessário, certificando-se através das verificações (check-list), e através da ação realizando o treinamento (PDCA). Esta é a responsabilidade do responsável pela elaboração do Plano de Emergência do empreendimento;
  • Identificação de todas as carências e situações e disfunções detectadas;
  • Organização centrada e exata de todos os recursos humanos e materiais, tendo em vista a rápida atuação das equipes em uma situação de emergência para maximização das possibilidades de resposta e contenção do problema logo na primeira intervenção;
  • Facilitar o desencadeamento do Plano de Abandono de Área das instalações prediais se a situação exigir;
  • Facilitar a elaboração do Plano de Contingência.
2.6. Etapas para a elaboração do Plano de Emergência

A elaboração de um plano de emergência deve incluir estudos prévios minuciosos (APE – Analise Preliminar de Risco) que, em conjunto com a estrutura interna de segurança já existente no local, constituem etapas sistematizadas de contenção dos riscos identificados, em qualquer situação de emergência. Para isso é importante:
  • Mapear todo o espaço existente das instalações prediais, identificando os pontos críticos e vulneráveis dentro da empresa;
  • Identificar os riscos na área interna com base no Mapa de Riscos Ambiental previamente elaborado pelo setor de segurança do trabalho, conforme estabelece a NR 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA);
  • Repassar para o departamento de Recursos Humanos a necessidade de capacitar os colaboradores (Cursos: Atendimento Pré Hospitalar, Brigada de Incêndio, Curso de Bombeiro Civil entre outros);
  • Levantar os meios e recursos existentes;
  • Promover a continuidade na elaboração do Plano de Abandono de Área;
  • Promover a continuidade na elaboração do Plano de Contingência.

3. CONCLUSÃO


É importante frisar que o Gestor / Administrador é uma peça fundamental do processo. Assim, ao realizar uma Análise de Risco do empreendimento para posterior elaboração de um Plano de Emergência ou mesmo um simples Plano de Ação, estar atento aos mínimos detalhes, ter um olhar diferenciado para identificação destes riscos, neste caso o trabalho em conjunto com os setores de Segurança do Trabalho, é um requisito fundamental para o sucesso do Plano de Emergência. Desta forma, a união faz a força e o planejamento preventivo faz a diferença.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

MANUAL DE CONDUTA EM UMA EMPRESA

No  manual de conduta de uma empresa que apresentado aos seus funcionários, clientes internos e externos, os seus princípios, valores, missão e visão.


Para ter um bases na elaboração de um manual de Conduta, o primeiro passo é elaborar os princípios e valores da empresa, a sua missão e visão perante o mercado e à partir daí, levar em consideração alguns itens.

  • Ambiente de trabalho
  • Responsabilidade na condução de negócios
  • Pontualidade
  • Relações comerciais: com clientes, fornecedores, concorrentes, com o poder público, com atividades políticas e com familiares
  • Condutas que devem ser evitadas
  • Informações privilegiadas
  • Uso do uniforme
  • Prevenção de acidentes de trabalho
  • Uso de equipamentos de proteção coletiva e individual
  • Comunicação
  • Meio ambiente
Segue no link um exemplo de manual de conduta de uma empresa:


domingo, 22 de janeiro de 2017

CONTAMINAÇÃO POR METAIS PESADOS

Os metais pesados, como arsênio, chumbo, mercúrio ou cromo, podem estar presentes na água, no ar e também os alimentos, que através de contaminação por produtos que contenham estes metais pesados que têm a capacidade de ir se acumulando dentro das células do organismo causando sérios problemas de saúde com o passar dos anos,  que se manifestando com o surgimento de sintomas como vômitos, náuseas, ou cansaço excessivo e  provocando problemas como alterações renais, como a insuficiência renal, lesões cerebrais e existe a suspeita de que também possa aumentar o risco de câncer.

PRINCIPAIS METAIS PESADOS

Mercúrio

A contaminação por mercúrio provoca:
Náuseas, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial e, a longo prazo, problemas renais, cerebrais, alterações na visão, audição e problemas de memória.
Fontes de contaminação por mercúrio: águas contaminadas com mercúrio, contato direto com mercúrio, contato com o interior das lâmpadas e alguns tratamentos dentários, é empregado também na composição de agrotóxicos, tintas para cerâmica e fogos de artifício, usado no curtimento do couro, como fungicida no tratamento de sementes, na proteção da madeira,  utilizado em garimpos, em antigas fábricas de cloro e soda e em pilhas de óxido de mercúrio.

Arsênio

O arsênio é um tipo de metal pesado que pode provocar o surgimento de:
Náuseas, vômitos, alteração do ritmo cardíaco e sensação de bolinhas nas mãos e pés. Já quando o contato acontece por muito tempo, pode levar ao surgimento de câncer na pele, pulmões, fígado ou bexiga.
Fontes de contaminação por arsênio: pode ser encontrado em tintas, corantes, medicamentos, sabonetes, assim como fertilizantes e pesticidas. Além disso, o arsênico também pode ser encontrado na água de poços privados. 

Chumbo

O chumbo pode causar:
Enfraquecimento das articulações, aumento da pressão arterial e anemia, podendo levar ao desenvolvimento de problemas nos rins, cérebro e, até, aborto em mulheres grávidas ou infertilidade nos homens.
Fontes de contaminação por chumbo: pode ser encontrado em todo o ambiente, incluindo ar, água e solo, pois é um metal muito utilizado pela indústria para fazer objetos como pilhas, canos de água, tinta ou gasolina, por exemplo.

Bário

O bário é um tipo de metal pesado que não provoca o surgimento de câncer, no entanto, pode causar sintomas como:
Vômitos, cólicas abdominais, diarreia, dificuldade para respirar, fraqueza muscular e aumento da pressão arterial.
Fontes de contaminação por bário: pode ser encontrado em algumas lâmpadas fluorescentes, fogos de artifício, tintas, tijolos, peças de cerâmica, vidro, borracha e, até, em alguns exames de diagnóstico.

Cádmio

A ingestão de cádmio provoca:
Dor de estômago, vômitos e diarreia. Ao longo do tempo, a ingestão ou inalação deste metal pesado pode causar doenças nos rins, problemas nos pulmões e enfraquecimento dos ossos.
Fontes de contaminação por cádmio: está presente em todos os tipos de solo ou pedras, assim como no carvão, fertilizantes minerais, pilhas e plásticos de alguns brinquedos.
Para evitar a contaminação por cádmio é recomendado não utilizar materiais que contenham este tipo de metal na sua composição e evitar fumar, pois o cigarro possui carvão que facilita o contato entre o cádmio e os pulmões.

Cromo

A inalação de cromo pode provocar:
Irritação no nariz, dificuldade para respirar, asma e tosse constante. Já a longo prazo, podem surgir lesões permanentes no fígado, rins, sistema circulatório e pele.
Fontes de contaminação por cromo: é utilizado para fazer objetos em inox, cimento, papel e borracha e, por isso, pode ser facilmente inalado em locais de construção ou durante a queima de papel ou borracha, por exemplo.
Para evitar a contaminação por cromo deve-se frequentar locais de construção ou fazer queima de papel ou borracha apenas quando utilizar máscara de proteção.
A contaminação com metais pesados pode levar meses ou anos para se manifestar, mas é importante que o tratamento inicie o mais cedo possível para evitar complicações de saúde. Veja como é feito o tratamento da intoxicação por mercúrio.
Como evitar a contaminação por metais pesados.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

PRIMEIROS SOCORROS EM ACIDENTE COM CHOQUE ELÉTRICO


  • Se testemunhar um acidente com choque elétrico, procurar imediatamente afastar a vítima com
    a fonte da corrente elétrica, desligando o interruptor próximo, sempre preservando primeiramente a sua integridade física.  Caso o choque elétrico seja por queda de um fio eleteocutado, afaste da pessoa com um instrumento de material que esteja seco e principalmente, não condutor, como por exemplo: madeira, plástico, pano grosso, borracha e jamais utilizar materiais metálicos. Lembre-se que a vítima pode ainda estar energisada, então procure remover a vítima também com algum desses instrumentos, pra ai sim iniciar os procedimentos de primeiros socorros.

  • já tendo acionado um serviço especializado antes, após ter certeza de sua segurança, inicie os procedimentos de socorro, observando os sinais vitais, se a vítima estiver inconsciente, e se a vítima estiver sem pulso ou respiração, aplique as técnicas de ressuscitação com massagem cardíaca e respiração artificial.

  • Procure afrouxar as roupas e ficar atento aos sinais vitais, pois ainda que a vítima tenha recuperado a pulsação e a respiração, pois em casos de choques, essas variações de quadro são comuns, e pode ser necessária nova intervenção de reanimação.

  • Se a vítima estiver inconsciente, mas estiver respirando e com pulsação, deve-se lateralisar e e aguardar a chegada do socorro especializado.

domingo, 15 de janeiro de 2017

HIERARQUIA DO CONTROLE DE RISCOS NA SEGURANÇA DO TRABALHO

Quando se pensa em riscos, lembre-se primeiramente em EPC – Equipamento de Proteção Coletiva e EPI – Equipamento de Proteção Individual. Mas não funciona assim, temos que atacar na fonte, como podemos dizer, seguir a hierarquia da segurança do trabalho.
Nessa hierarquia define que antes dos EPCs e EPIs, o mais eficiente e primeiramente ações para ELIMINAR e se não for possível, então REDUZIR. Mas para vermos o processo por inteiro teremos que analisar a pirâmide dessa hierarquia:



ELIMINAÇÃO: eliminar o risco


Nesta fase se faz necessário analisar se o processo utilizado na produção do bem ou serviço se está em conformidade com as normas de segurança, se podemos substituir o equipamento ou adaptar conforme as normas vigentes. Fazer uma avaliação dos riscos a que o trabalhador estará exposto e tratá-lo como por exemplo:
Se for produtos químicos, substituir se possível ou usa filtros eficientes;
Se for ruídos, substituição do equipamento ou enclausuramento do ruído.


REDUÇÃO: reduzir o risco a níveis aceitáveis.

  • Reduzir a exposição do trabalhador ao risco  através de rodízios entre os setores da fábrica;
  • Reduzir o número de máquinas em um determinado setor para diminuir o ruído;
  • Reduzir a quantidade de produto químico utilizado.
  • Uso de EPC Equipamento de Proteção Coletiva.


ENGENHARIA: controlar os riscos através de projetos de engenharia.

  • Colocar proteção nas partes móveis das máquina e equipamentos;
  • Enclausurar equipamentos;
  • Sistemas de ventilação.


ADMINISTRATIVO: administrar o risco

  • Elaborar APR com análise criteriosa dos risco e medidas de controle;
  • Elabora Permissão de Trabalho;
  • Treinamentos e conscientização dos trabalhadores;
  • Sinalizar da existência dos riscos em determinado ambiente de trabalho
  • Caso haja resistência nos programas de segurança contra acidentes de trabalho, o empregador poderá advertir ou até mesmo despedir o trabalhador por justa causa.

EPI - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL



Quando você sai de casa para trabalhar sempre deixa alguém esperando por você e te que do mesmo modo como saiu, inteiro e com vida. Pense que não vale o risco de um segundo por uma vida inteira.
Os EPI's acima são considerados básicos, de uso obrigatório por parte de todos os empregados que exercem atividades  que os exponham a algum risco que não pode ser eliminado, podendo ser para proteção:
  • Das mãos e membros superiores;
  • Dos pés e membros inferiores;
  • Para os olhos;
  • Para os ouvidos;
  • Vias respiratórias;
  • Para a face;
  • Para o tronco;
  • Para a cabeça;
  • Para o corpo todo;
  • Contra queda.

É fornecido gratuitamente pelo empregador, sendo de responsabilidade do trabalhador:
  • Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
  • Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
  • Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
  • Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

EPC - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA VEJA A IMPORTÂNCIA

DEFINIÇÃO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA?

O EPC – Equipamento de proteção coletiva, é utilizados de forma coletiva, destinados a protegerem a saúde e a integridade física dos profissionais que trabalham em ambientes ou visitantes que freqüentarem ambientes que apresentem riscos de acidentes de trabalho. O objetivo do EPC é neutralizar ou minimizar os riscos existentes, garantir uma melhor produtividade.

NORMA REGULAMENTADORA TRATA SOBRE O USO DO EPC?

Conforme a NR 4, é de responsabilidade do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) aplicar o seu conhecimento em saúde e segurança do trabalho (SST) para reduzir ou, se possível, eliminar os riscos existentes em todos os ambientes de uma determinada empresa. Caso após todas as ações não seja possível a neutralização dos riscos existentes, a área de segurança do trabalho irá estudas os equipamentos de proteção coletiva necessários ao riscos e atividade apresentada.
A NR 9, discorre sobre a elaboração PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), onde os riscos deverão ser identificados e descritos, bem como as medidas necessárias para a neutralização, minimização e tratamentos do risco existente, incluindo, por exemplo, o uso do EPC e do EPI (Equipamento de Proteção Individual), que deverá ser utilizado em último caso, como pode ser visto na NR 06. No item 9.3.5.2, a utilização do EPC e de outras medidas de segurança coletiva, devem ser vistas como prioritárias pelas empresas.

QUAL A IMPORTÂNCIA DO USO DO EPC NA SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO (SST)?

Com a queda no número de acidentes de trabalho e dos casos de doenças ocupacionais através das medidas de controle e do uso dos EPCs as empresas passam a ganhar vantagens através do aumento da produtividade e uma acentuada diminuição de funcionários afastados., pois cada funcionário afastado necessita ser reposto e treinado para a função, o que geraria mais gastos. Um ambiente seguro.
O uso do equipamento de proteção coletiva possui a vantagem de não precisar ser trocado com frequência, exigindo apenas o investimento inicial para adquirí-lo e sua manutenção periódica.
O uso constante de todas a medidas de seguranças necessárias para a proteção dos trabalhadores vem mudando o modo de pensar dos próprios trabalhadores, que em um ambiente seguro passam a produzir mais e com qualidade.

ALGUNS EXEMPLOS DE EPC

EPC

  • Sistemas de ventilação e exaustão;
  • Proteção de circuitos e equipamentos elétricos;
  • Proteção contra ruídos (isolantes acústicos) e vibrações;
  • Sensores de presença;
  • Barreiras contra luminosidade intensa e descargas atmosféricas.
  • Sistema de sinalização por placas, sinais sonoros e luminosos;
  • Barreiras de proteção m parte móveis em equipamentos;
  • Escoramento de valas;
  • Botões de parada de emergência;
  • Lava olhos;


O QUE ACONTECE COM AS EMPRESAS QUE NÃO UTILIZAM O EPC?

A empresas que não cumprem o previsto pelas normas regulamentadoras podem ser multadas e penalizadas – no mínimo, por descumprirem com a hierarquia obrigatória das medidas de proteção, estabelecida pela NR 9. Em caso de acidentes, elas ainda podem ser responsabilizadas por nexo de causalidade.

Para evitar que isso aconteça, os funcionários de empresas que não disponibilizam o EPC podem denunciá-las em âmbito externo ao Ministério do Trabalho ou ao sindicato competente a sua categoria. Internamente, as denúncias podem ser feitas na CIPA e no SESMT.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

DDS PORQUE USAR EPI



Vários trabalhadores reclamam quando estão usando um equipamento de proteção individual e acaba achando alguma desculpa para não usá-lo. Muitos são os casos em que esse trabalhador acaba não chegando em casa vivo ou chega com algum dano irreversível pela falta de prevenção.

Quando você sai de casa para trabalhar sempre deixa alguém esperando por você e te que do mesmo modo como saiu, inteiro e com vida. Pense que não vale o risco de um segundo por uma vida inteira.
Os EPI's acima são considerados básicos, de uso obrigatório por parte de todos os empregados que exercem atividades  que os exponham a algum risco que não pode ser eliminado, podendo ser para proteção:
  • Das mãos e membros superiores;
  • Dos pés e membros inferiores;
  • Para os olhos;
  • Para os ouvidos;
  • Vias respiratórias;
  • Para a face;
  • Para o tronco;
  • Para a cabeça;
  • Para o corpo todo;
  • Contra queda.

É fornecido gratuitamente pelo empregador, sendo de responsabilidade do trabalhador:
  • Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
  • Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
  • Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
  • Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
"AMISSÃO DE ORIENTAR É NOSSA, A DE PREVENIR É DE TODOS"

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

MISSÃO, VISÃO E VALORES EM UMA EMPRESA



FERRAMENTA DA QUALIDADE

Missão, Visão e Valores: Em busca da melhoria dos processos, lucratividade e uma boa imagem perante os clientes, colaboradores e fornecedores, as empresas necessitam definir suas metas a curto, médio e longo prazo, sempre zelando pela sua imagem. Para tal são definidos a MISSÃO, a VISÃO e os VALORES de seu empreendimento. Essa ferramenta irá determinar uma direção estratégica para a empresa, desde a integração das operações até a estratégia da companhia e da motivação de seu time objetivando assim, melhores resultados.



MISSÃO


A missão nada mais é que a razão de ser da pelo qual a empresa existe, é o porquê da empresa, acentuado o que a empresa produz. É na missão que estão as metas da empresa, expressa em uma única frase.
  • Qual é o seu apelo à ação?
  • O que mais o realiza?
  • O que o faz sentir-se especial e reconhecido?
  • O que lhe transmite realização pessoal e/ou profissional?
  • Qual o preço que está disposto a pagar para realizar os seus sonhos?
  • Até onde está preparado para ir?


VISÃO


A visão pode ser definida como a direção desejada, o caminho que se pretende percorrer, uma proposta do que a empresa deseja ser a médio e longo prazo e, ainda, de como ela espera ser vista por todos, uma imagem viva de um estado futuro ambicioso e desejável, das aspirações de uma empresa a respeito de seu futuro e superior em algum aspecto importante, ao estado atual.
  • Como você se vê daqui a 5 ou 10 anos?
  • Como você se vê com 60 anos?
  • O que deseja ter realizadado?
  • O que deseja ter mudado?
  • Como espera ser visto pelas pessoas de sua convivência?
  • Que tipo de exemplo deseja ser?


VALORES


Assim sendo, os valores organizacionais podem ser definidos como princípios que guiam a vida da organização, tendo um papel tanto de atender seus objetivos quanto de atender às necessidades de todos aqueles a sua volta nos fundamentos ambientais, sustentáveis e socais.
  • Quais valores o fazem parar e pensar antes de agir?
  • Que valores gostaria de inserir na sua vida?

sábado, 31 de dezembro de 2016

CHUMBO NO AMBIENTE DE TRABALHO

 O chumbo encontra-se disseminado por todo o lado, na crosta terrestre, na água, no ar e, de um modo
geral, entra no organismo humano em pequeníssimas quantidades, sem efeitos nocivos para a saúde. Os maiores riscos existem em zonas industriais ou em grandes centros urbanos, onde os resíduos das fábricas e a existência de chumbo na gasolina afetam a saúde das pessoas, sendo em atividades profissionais com exposição ao chumbo que os riscos se tornam mais preocupantes.

Algumas das atividades onde encontramos exposição a chumbo:

  • Fundição de chumbo e de zinco (primária e secundária); 
  • Fabrico e reciclagem de acumuladores; 
  • Artesanato de estanho e de chumbo; - Fabrico de chumbo para soldar; 
  • Fabrico de munições contendo chumbo; 
  • Fabrico de objectos à base de chumbo ou de ligas contendo chumbo; 
  • Utilização de tintas, esmaltes, betumes e cores com chumbo; 
  • Utilização frequente de chumbo para soldar em espaços fechados; 
  • Construção e reparação automóvel; 
  • Fabrico de aço com chumbo; 
  • Têmpera de aço com chumbo; 
  • Revestimento com chumbo; 
  • Recuperação do chumbo de resíduos metálicos contendo chumbo.
  • Serviços de soldas com chumbo em eletrônicas.

Estão potencialmente sujeitos ao risco de intoxicação pelo chumbo (saturnismo) todos os trabalhadores expostos aos seus vapores, fumos ou poeiras.


 2. VIAS DE PENETRAÇÃO NO ORGANISMO

O chumbo entra no corpo humano através das vias:

  • Pulmonar; 
  • Digestiva; 
  • Cutânea. 

EFEITOS DO CHUMBO NO ORGANISMO

Os riscos de exposição ao chumbo são:

  • Intoxicação aguda (muito rara, mas possível); 
  • Intoxicação crónica - saturnismo

Feitos do chumbo no organismo:

A intoxicação por chumbo causa diversas manifestações  ao sistemas nervoso, renal, cardiovascular e hematológico. A consequência mais grave é a encefalopatia, que pode chegar ao coma. Os sintomas de intoxicação pelo chumbo são:

  • Fadiga e diminuição da capacidade física;
  • Alterações do sono;
  • Dores nos músculos;
  • "Cólica saturnina" com dores abdominais;
  • náuseas e vômitos.


 NÍVEL DE AÇÃO E VALORES LIMITE DE CONCENTRAÇÃO

 Sempre que a atividade desenvolvida implicar exposição a chumbo,o empregador devem fazer avaliações dos níveis de exposições ao chumbo, respeitando os limites de tolerância de 0,1 mg/m³ para uma carga horária de 48 horas semanais, conforme QUADRO 1 da NR 15, determinando a natureza e o nível de exposição a que estão sujeitos os trabalhadores, com apresentação de medidas de neutralização, definição de equipamentos de proteção coletiva e individual.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO

  •  Planejamento de novas plantas ou processos industriais. 
  •  Prevenção da dispersão de poeiras e fumos.
  •  Monitoramento do chumbo no ar.
  • O enclausuramento de aparelhos ou recipientes que durante as operações que provoquem a emissão de poeiras;
  • A aspiração das emissões nos pontos onde se verifique a sua produção ou outro processo eficaz de renovação de ar. 
  • Os resíduos da laboração que contenham chumbo devem ser recolhidos, acondicionados e retirados para fora dos locais de trabalho em condições de não constituírem fonte de contaminação desses locais e trabalhadores, devendo ser ainda observadas as disposições legais sobre resíduos e proteção do ambiente.
  • EPI.

sábado, 17 de dezembro de 2016

VIBRAÇÕES MECÂNICA - RISCO FÍSICO

DEFINIÇÃO
vibrações

Movimento oscilatório de um corpo em torno do seu ponto de equilíbrio, onde número de vezes que este ciclo se repete, por segundo é medido em  frequência em Hertz (Hz). No ambiente de trabalho, as vibrações fazem parte dos agentes físicos conforme NR 09, e podem causar muitos danos à saúde e a segurança  do trabalhador. As atividades que expões o trabalhador a esse risco são a construção civil e obras públicas, indústrias extrativas, exploração florestal, fundições e transportes, onde na maioria das vezes está associada também ao risco de ruído, outro risco físico. 


Quando uma frequência externa de vibração coincide com a frequência natural corpo humano, entra em ressonância, em consequência frequência externar é amplificada, ficando assim mais nociva para o corpo humano.

O Decreto-Lei nº46/2006, de 24 de Fevereiro, estabelece os limites de exposição diária aos dois tipos de vibração anteriormente referidos, para um período de referência de 8 horas:

HISTÓRICO

Maurice Raynaud, médico francês, foi o primeiro a descrever em 1862, os distúrbios vasculares observados em pessoas expostas a vibrações de mãos e braços , publicado em sua tese intitulad Local asphyxia and symmetrical gangrene of the extremities2 .

Desde o trabalho pioneiro iniciado em 1911 por Loriga, pesquisador italiano que descreveu a síndrome da vibração nos trabalhadores que operavam marteletes em pedreiras, correlacionando com o fenômeno de Raynaud, muitos pesquisadores têm estudado o assunto, o que resultou em milhares de artigos científicos a respeito das vibrações transmitidas às mãos e braços.

Em 1918, Alice Hamilton estudou os mineiros utilizando marteletes em pedreiras em Bedford, Indiana e descreveu uma anemia das mãos. Nos anos 60 e 70, a síndrome da vibração foi associada com a gasolina utilizada nas motosserras no trabalho florestal. 

Várias conferências internacionais (Dundee em 1972, Cincinnatti em 1975, Ottawa em 1981, Helsinki em 1985, Kanazawa em 1989, Bonn em 1992, Praga em 1995, Umea em 1998, Nancy em 2001 e Las Vegas em 2004) têm contribuído eficientemente para desenvolver a pesquisa e aplicação do conhecimento. 


FORMAS DE TRANSMISSÃO E CONSEQUÊNCIAS

Existem, fundamentalmente, dois tipos de vibrações:


  • Vibrações no sistema sistema mão-braço: durante o manuseamento de materiais em vibração, ou de ferramentas e máquinas (ex.: martelos pneumáticos ou serras elétricas).
  • Vibrações no corpo inteiro, quando a superfície de suporte corporal está em vibração (ex.: escavadoras ou empilhadoras). Não causam danos ao nível dos órgãos perceptores, mas provocam desconforto e mau estar nos indivíduos durante a sua rotina.
  • Métodos de trabalho alternativos que reduzam a exposição a vibrações mecânicas;
  • Escolha de equipamento de trabalho adequado, bem concebido do ponto de vista ergonômico e que, tendo em conta o trabalho a efetuar, produza o mínimo de vibrações possível;
  • Instalação de equipamento auxiliar destinado a reduzir o risco de lesões provocadas pelas vibrações, por exemplo assentos que amorteçam eficazmente as vibrações transmitidas a todo o organismo e punhos que reduzam as vibrações transmitidas ao sistema mão-braço;
  • Programas adequados de manutenção do equipamento, do local e das instalações existentes no local de trabalho;
  • Conceção e disposição dos locais e postos de trabalho;
  • Informação e formação dos trabalhadores para que utilizem corretamente e em segurança o equipamento de trabalho, por forma a reduzir ao mínimo a sua exposição a vibrações mecânicas;
  • Limitação da duração e da intensidade da exposição;
  • Horário de trabalho apropriado, com períodos de repouso adequados;

OBRIGAÇÕES DA ENTIDADE PATRONAL

a) Avaliação dos riscos: nas atividades suscetíveis de apresentar riscos de exposição a vibrações mecânicas, o empregador deve avaliar e, se necessário, medir os níveis de vibrações a que os trabalhadores se encontram expostos. A avaliação dos riscos deve ser atualizada sempre que haja alterações significativas que possam desatualizá-la, nomeadamente a criação ou modificação de postos de trabalho, ou se o resultado da vigilância da saúde demonstrar a necessidade de nova avaliação. No entanto, sempre que seja excedido um valor limite de exposição, a periodicidade mínima da avaliação dos riscos é de dois anos.

b) Medição do nível de vibrações: A medição do nível de vibrações mecânicas deve ser realizada por entidade acreditada, considerando-se como tal a entidade reconhecida pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC), com conhecimentos teóricos e práticos, bem como experiência suficiente para realizar ensaios, incluindo a medição dos níveis de exposição a vibrações.

c) Vigilância da saúde: O empregador deve assegurar a vigilância adequada da saúde dos trabalhadores em relação aos quais o resultado da avaliação revele a existência de riscos, com vista à prevenção e ao diagnóstico precoce de qualquer afeção relacionada com a exposição a vibrações mecânicas.

DANOS À SAÚDE

Existem vários efeitos catalogados, sendo que os principais e mais danosos são:

  • Perda do equilíbrio, simulando uma labirintite, além de lentidão de reflexos;
  • Manifestação de alteração no sistema cardíaco, com aumento da freqüência de batimento do coração;
  • Efeitos psicológicos, tal como a falta de concentração para o trabalho;
  • Apresentação de distúrbios visuais, como visão turva;
  • Efeitos no sistema gastrointestinal, com sintomas desde enjôo até gastrites e ulcerações;
  • Manifestação do mal do movimento (cinetose), que ocorre no mar, em aeronaves ou veículos terrestres, com sintomas de náuseas, vômitos e mal estar geral;
  • Comprometimento, inclusive permanente, de determinados órgãos do corpo;
  • Degeneração gradativa do tecido muscular e nervoso, especialmente para os submetidos a vibrações localizadas, apresentando a patologia, popularmente conhecida como dedo branco, causando perda da capacidade manipulativa e o tato nas mãos e dedos, dificultando o controle motor. 

Com base na avaliação dos riscos e sempre que sejam excedidos os valores de exposição, a entidade patronal deve estabelecer e implementar um programa de medidas técnicas e/ou organizacionais destinadas a reduzir ao mínimo a exposição a vibrações mecânicas e os riscos que dela resultam.


  • O diagnóstico precoce é fundamental para tratar das medidas corretivas necessárias. Para isso, deve entrar em cena o Médico do Trabalho o PCMSO e os exames necessários.
  • Treinamento do trabalhador
  • Uso de equipamentos de proteção ndividual
  • Analise se a ferramenta é vibratória por natureza ou se um equipamento novo pode resolver o problema através de manutenções periódicas
  • Seguir orientações do fabricante na utilização do equipamento.
  • Escolha do equipamento verificando o nível de vibração.
  • Ginástica laboral
  • Fazer pausas ao usar equipamentos vibratórios intercalando com outras atividades.



Fonte: http://www.higieneocupacional.com.br/download/vibracoes_vendrame.pdf



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

RESUMO NR 11 TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS

NORMAS DE SEGURANÇA PARA OPERAÇÃO DE ELEVADORES, GUINDASTES, TRANSPORTADORES INDUSTRIAIS E MÁQUINAS TRANSPORTADORAS
JOGO DOS 7 ERROS DA NR 11



  • Os poços de elevadores e monta-cargas deverão ser cercados, solidamente, em toda sua altura, exceto as portas ou cancelas necessárias nos pavimentos.
  • A cabina do elevador não estiver ao nível do pavimento, a abertura deverá estar protegida por corrimão ou outros dispositivos convenientes.
  • Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho com inspeções diárias.
  • Quanto aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos
  • Deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas.
  • E será indicado, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida.
  • Equipamentos destinados à movimentação do pessoal serão exigidas condições especiais de segurança.
  • Proteção para as mãos;
  • Treinamento para operação;
  • Operadores identificados e habilitados;
  • Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (buzina).
  • Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados e as peças defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente substituídas.
  • Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, por máquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no ambiente de trabalho, acima dos limites permissíveis.
  • Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de máquinas transportadoras, movidas a motores de combustão interna, salvo se providas de dispositivos neutraliza dores adequados.

NORMAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO EM ATIVIDADES DE TRANSPORTE DE SACAS


Realizada de maneira contínua ou descontínua, essencial ao transporte manual de sacos.

  • Distância máxima de 60,00m (sessenta metros) para o transporte manual de um saco.
  • Deverá ser realizado mediante impulsão de vagonetes, carros, carretas, carros de mão apropriados, ou qualquer tipo de tração mecanizada.
  • É vedado o transporte manual de sacos, através de pranchas, sobre vãos superiores a 1,00m (um metro) ou mais de extensão.
  • As pranchas deverão ter a largura mínima de 0,50m (cinquenta centímetros).
  •  Na operação manual de carga e descarga de sacos, em caminhão ou vagão, o trabalhador terá o auxílio de ajudante.
  • As pilhas de sacos, nos armazéns, devem ter altura máxima limitada ao nível de resistência do piso, à forma e resistência dos materiais de embalagem e à estabilidade.
  • No processo mecanizado de empilhamento, aconselha-se o uso de esteiras-rolantes, dadas ou empilhadeiras.


PROCESSO MANUAL, MEDIANTE A UTILIZAÇÃO DE ESCADA REMOVÍVEL DE MADEIRA:


  • Lance único de degraus com acesso a um patamar final;
  • A largura mínima de 1,00m (um metro), apresentando o patamar as dimensões mínimas de 1,00m x 1,00m (um metro x um metro) e a altura máxima, em relação ao solo, de 2,25m (dois metros e vinte e cinco centímetros);
  • Deverá ser guardada proporção conveniente entre o piso e o espelho dos degraus;
  • Deverá ser reforçada, lateral e verticalmente, por meio de estrutura metálica ou de madeira que assegure sua estabilidade;
  • Deverá possuir, lateralmente, um corrimão ou guarda-corpo na altura de 1,00m (um metro) em toda a extensão;
  • Perfeitas condições de estabilidade e segurança, sendo substituída imediatamente a que apresente qualquer defeito.
  • O piso do armazém deverá ser constituído de material não escorregadio, sem aspereza,  e mantido em perfeito estado de conservação.

ARMAZENAMETO


 O peso do material armazenado não poderá ultrapassar capacidade de carga calculada para o piso, não devendo obstruir portas, equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc.

Deverá ser empilhado ficando afastado das estruturas laterais do prédio a uma distância de pelo menos 0,50m, não dificultando o trânsito, a iluminação, e o acesso às saídas de emergência e obedecendo aos requisitos de segurança especiais a cada tipo de material.

domingo, 27 de novembro de 2016

DIA DO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

SÁ AMBIENTAL As profissões de Técnico de Segurança do Trabalho e de Engenheiro de Segurança do Trabalho foram regularizadas pela Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, embora, muito antes desta data, os Engenheiros e os Técnicos de Segurança já desempenhavam atividades na preservação da vida e da integridade do trabalhador. Essas atividades e processos estão registrados nas Normas Regulamentadoras onde a primeira versão das Normas Regulamentadoras foi publicada em 1978.

Para se exercer a função de Engenheiro de Segurança do trabalho, segundo esta portaria, é necessário cursar a Graduação em Engenharia e depois se especializar com uma pós-graduação em Segurança do Trabalho.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

ACIDENTE DE TRAJETO

DEFINIÇÃO

Segundo nossa legislação,  “acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho
SW AMBIENTAL
a serviço da empresa, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente”. (artigo 19 da Lei nº 8.213/ 1991).

Acidente de trajeto são todos os acidentes que ocorrem no trajeto da residência para o trabalho, e do trabalho para a residência e está equiparado como acidente de trabalho através da Lei 8.213/91, Artigo 21, inciso IV, alínea “D”.
Vale ressaltar que é necessário observar algumas regras para caracterização conforme os termos dos artigos 138 a 177 do Regulamento dos Benefícios que a Previdência Social.

QUANTO AO TRAJETO

Para ser considerado acidente de trajeto o trabalhador deverá estar no trajeto normal, o caminho percorrido para ir ao trabalho habitualmente, não precisa ser o mais curto, mas sim o habitual sem desviar para realizar qualquer outra atividade pois se ocorrer desvio no caminho habitual por qual motivo for, e se acontecer um acidente, poderá haver descaracterização de acidente de trajeto.

QUANTO AO TEMPO DO PERCURSO

Resumindo, o tempo utilizado deve ser compatível com a distância percorrida, pois um desvio pode descaracterizar acidente de trajeto.

IMPORTANTE SABER
  • Existe jurisprudência considerando a escola como a casa do trabalhador e reconhecendo o acidente como Acidente do Trajeto aquele que ocorre ate a chegada na escola.
  • Ainda, se o trabalhador frequenta curso ou treinamento pago pelo empregador, será considerado trajeto o caminho entre a empresa ate a escola e desta para a casa do trabalhador.